segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

água régia

teu cloro em formato de corpo que forma
cores e chora o amargo que entorna da água régia
tanto em não beber e matar a sede de ontem
correr no mesmo lugar dos passos impacientes
o passar do tempo ainda contado em relógio
paredes e teto sabem de todas as danças
e da melancolia da cama
vazia
do lençol ser vitima de tantos passados
que nem foram ainda por o trem
a estagnação mesmo o quanto infinita
na medida bulímica para imediatos
ser o ato e ter tudo o que puder carregar
era só o perfume que ficara
em mãos escarnificadas de tanto lavar

4 comentários:

  1. Saudade de suas palavras... estou de volta

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  2. Olá meus amigos, como é maravilhoso encontrar sites com este seu. Parabéns pelo belo trabalho, já estou seguindo.
    Aproveitando a oportunidade gostaria de compartilhar com você nosso
    blog. Ficaremos felizes por vossa visita e mais ainda se seguir-nos.

    AGUARDAMOS SUA VISITA

    Atenciosamente

    Josiel Dias
    http://josiel-dias.blogspot.com
    Rio de Janeiro

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